Venha cá. Sente-se, tome um chá. Conte-me as boas, as más, as velhas, as novas, as passadas, mesmo que não tenha, me conte, me encante, me cante. Faça-me mergulhar e querer me afundar. Hipnotize-me e deixe assim, completamente fora de mim. Só assim pra eu poder gritar e aceitar esse devaneio. Você, venha cá e conte-me de sua vida. Suas experiências futuras comigo. Essas histórias alucinantes, ora apimentadas ora adocicadas que ainda vamos escrever. Não tenha medo. Diga o que quiser, sou toda ouvidos e por enquanto, toda sua.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
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