Venha cá. Sente-se, tome um chá. Conte-me as boas, as más, as velhas, as novas, as passadas, mesmo que não tenha, me conte, me encante, me cante. Faça-me mergulhar e querer me afundar. Hipnotize-me e deixe assim, completamente fora de mim. Só assim pra eu poder gritar e aceitar esse devaneio. Você, venha cá e conte-me de sua vida. Suas experiências futuras comigo. Essas histórias alucinantes, ora apimentadas ora adocicadas que ainda vamos escrever. Não tenha medo. Diga o que quiser, sou toda ouvidos e por enquanto, toda sua.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
É, tentando.
(desabafo mode on) Sou dessas, sofro sozinha e por antecipação. Em dias como esses sinto em demasiado toda minha imperfeição. E não há ninguém para me fazer enxergar ao contrário. Afinal, quem poderia me conhecer tão bem assim? Queria pelo menos passar uma semana em limpo, sem essas crises. Sabe o que mais me irrita? É que tudo isso acontece por algo tão superficial, algo tão vazio, tão ridículo. Poxa... Queria, de verdade, não me importar. Queria mesmo. Sabe, viver plenamente sem motivos e compromissos. Queria só viver e poder dizer pro mundo que sou feliz e queria mais ainda ver as pessoas acreditando nisso. Mas, né... Vou continuando, tentando me manter forte. Tentanto, buscando, procurando, correndo atrás da vida. Tem dias que são difíceis mesmo. O cansaço finalmente pesa, o rosto já não suporta o sorriso e as costas, as pedras. Mas basta uma dia de descanso pra tudo voltar ao normal. A confiança volta, a vulnerabilidade fica no cantinho por uns dias, pelo menos. E assim vou seguindo. Tentando, melhor dizendo. (desabafo mode off)
Assinar:
Comentários (Atom)