Erramos. Somos vítimas de erros alheios. E essas mesmas coisas vão acontecendo e acontecendo. Chega uma hora em que simplesmente deixamos toda esperança ir embora e daí que já começamos algo imaginando o fim. O problema é que não guardamos a dor para o espetáculo final, mas vamos usando-a de pouquinho em pouquinho com o passar do tempo. E assim vamos seguindo. Tentando seguir. E conseguindo, na melhor das hipóteses.
sexta-feira, 30 de março de 2012
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